Artigos e análises sobre coração, metabolismo e longevidade, a ciência mais atual traduzida para decisões do dia a dia. Sem histeria, sem passar pano. Cada publicação nasce de um estudo relevante e do que ele realmente muda para você.
Dez plantas, nenhum estudo da mistura e um laxante no meio: hipoglicemia, perda de potássio e arritmia, queda de pressão e o que se sabe do uxi-amarelo.
Ler análise →Condicionamento, passos, força, sono regular e boas relações contra suplementos: o que os grandes estudos associam a viver mais.
Ler análise →Com musculação, a creatina deixou o sono mais regular em 51 mulheres, mas a cognição não melhorou mais que com placebo.
Ler análise →25 estudos: no geral, não há vantagem clara do treino de manhã. Só treinos intensos à noite aumentam um pouco os despertares.
Ler análise →Massa magra não é o mesmo que músculo. Treino de força, proteína e medir a força, não só a balança.
Ler análise →O estrogênio age nos circuitos da fome, e a gordura vai para dentro do abdome mesmo sem a balança subir. O que é fato, o que é exagero e o que fazer.
Ler análise →Reganho de 1,2 kg com Akkermansia pasteurizada contra 3,2 kg com placebo em 24 semanas. O que isso significa, e por que não vale para qualquer probiótico.
Ler análise →Pode ser POTS, a síndrome da taquicardia postural ortostática. O que é, quem tem, como se faz o diagnóstico e o que ajuda no tratamento.
Ler análise →Com LDL de 42, a placa total caiu 21% e a não calcificada 28% em 18 meses. O que o estudo FLOWPROMOTE mostra, e por que regredir não é curar.
Ler análise →Um estudo brasileiro viu 74% menos sintomas com tirzepatida, sem relação com o emagrecimento. O que isso significa e por que ainda não é prova.
Ler análise →Contra outra caneta que já protege o coração: 12,2% de eventos contra 13,1%. Não inferior, não superior, e o que 2026 mostrou sobre rins e insuficiência cardíaca.
Ler análise →39% dos usuários relataram descolamento das unhas, contra 9% de quem nunca usou. Por que é preciso cautela e o que fazer na prática.
Ler análise →Quem se beneficia da terapia hormonal, quais são os riscos de verdade, por que a via importa, testosterona, pellets e por que a menopausa é uma janela de prevenção para o coração.
Ver a série →As três vias corrigem o exame, mas nenhuma provou ser melhor para os sintomas. Quando a injeção continua indicada e onde faltam dados.
Ler análise →Por que não existe conversão universal de dose e como planejar intervalo, tolerância, glicose e acompanhamento.
Ler análise →Prioridades, movimento, alimentação, sono e prevenção. Uma pergunta importante e um passo possível a cada dia, com um mapa para organizar os próximos 30 dias.
Começar a série →Continuamos chamando de "caneta emagrecedora", mas a ciência mostrou que o nome ficou pequeno demais. Uma série sobre os agonistas de GLP-1: origem, emagrecimento, coração, diabetes e rim, apneia e fígado, cérebro e o futuro. Ciência, sem milagres e sem demonização.
Ler a série →Os estudos de maior impacto do ESC 2026, em Munique, comentados e verificados nas fontes: estatina depois dos 70 (STAREE), aterosclerose silenciosa antes dos 30 (REACT), e mais a caminho.
Ver a coleção →Poucos remédios geram tantas opiniões quanto as estatinas. Uma série de 8 artigos sobre o que a ciência mostra: benefício em infarto e AVC, dor muscular e efeito nocebo, diabetes, fígado, memória, o LDL ideal e até onde é seguro reduzir.
Ler a série →A ciência tirou a testosterona do tabu, mas não a liberou para todos. O que o TRAVERSE mostrou, o uso sem indicação e por que níveis muito baixos também importam. A abertura de uma série em 6 dias.
Ler a série →No Brasil, quem autoriza a doação é a família. Fila no DF, recusa de 45%, morte encefálica, transplante de coração e como registrar sua vontade na AEDO.
Ler análise →Genéricos de semaglutida aprovados no Brasil, a entrada na diretriz de insuficiência cardíaca, uma lição sobre peso e coração, comprimidos aprovados e a confirmação no Alzheimer.
Ler análise →Pausas na respiração ao dormir se ligam à pressão alta e a doenças do coração. Como investigar, o que o CPAP melhora e o que a evidência permite prometer, sem promessas de cura.
Ler análise →Células de defesa alteradas na obesidade podem mudar após a bariátrica, mas melhora de marcadores não é o mesmo que recuperação da função imune. O que dizem os estudos de 2026 e 2025, e seus limites.
Ler análise →Um leito de terapia intensiva vazio carrega uma mensagem: a medicina intensiva salva vidas, mas a prevenção reduz a chance de precisar dela. O que dizem a OMS, o INTERHEART e o BMJ, sem prometer risco zero.
Ler análise →Um estudo com 95.559 pessoas ligou estimativas de sono ao aparecimento de doenças. O que os dados do pulso dizem, e o que não dizem: estimar não é medir, e associação não é causa.
Ler análise →Um ensaio de dois anos comparou água e bebidas com adoçantes num programa de peso: perda parecida nos dois grupos, sem diferença significativa. As limitações, o financiamento e o que a OMS recomenda.
Ler análise →Sintomas persistentes merecem investigação, mas não fecham o diagnóstico. TSH e T4 livre são os exames centrais, e sintomas apesar do tratamento pedem reavaliação antes de mudar a dose.
Ler análise →Um novo estudo do WHI mostrou que o LDL de partida muda o efeito cardiovascular da terapia hormonal oral. As metas de LDL 2025 e um roteiro para decidir.
Ler análise →Camundongos tratados viveram mais (Nature, 2026), mas isso não comprova retardar o envelhecimento humano. O que já é evidência, o que é promessa, e a prevenção de precisão.
Ler análise →ZEUS, SELECT e JUPITER lidos juntos: marcador, mecanismo e desfecho são coisas diferentes. Por que prevenir exige um cuidado integrado, individual e coordenado.
Ler análise →O SELECT mostrou que a semaglutida reduziu em 20% os eventos cardiovasculares em pessoas com obesidade e doença cardiovascular, sem diabetes. Com indicação individual.
Ler análise →O ZEUS bloqueou a IL-6 em alto risco e o resultado foi neutro (HR 0,99). Reduzir um marcador de inflamação não é, sozinho, proteger o coração.
Ler análise →O JUPITER mostrou benefício da estatina com LDL baixo e PCR elevada. Redução de 44%, mas o estudo não separa LDL de inflamação, e há sinal de diabetes.
Ler análise →A terapia hormonal cuida dos sintomas e protege os ossos. No coração, o benefício depende do momento e do risco. Diretrizes brasileira, europeia e IMS, e o estudo SWAN (JAMA, 2026).
Ler análise →Atingir a meta do LDL é essencial, mas não zera o risco. O papel da inflamação e da PCR ultrassensível, com Lancet 2023, CANTOS, LoDoCo2, CLEAR SYNERGY e ZEUS (2026).
Ler análise →Obicetrapibe reduziu LDL no BROADWAY. Um marcador ligado ao Alzheimer mudou, mas ainda não há prova de prevenção de demência. O que é dado, hipótese e decisão clínica.
Ler análise →Uma revisão aponta ganhos médios um pouco menores em condicionamento e pressão. O que esse sinal significa para o tratamento, e o que ainda não sabemos.
Ler artigo →Em três grandes coortes, a prática regular se associou a menor risco de diabetes tipo 2. Entenda os percentuais, a importância da constância e os limites do estudo.
Ler artigo →Uma coorte não encontrou redução significativa na troca estimada de bebidas açucaradas por versões sem açúcar. O que o estudo mostra, e o que ele não prova.
Ler artigo →Oito horas para comer ajudaram a manter uma perda modesta de peso. Mas a análise também encontrou redução de massa livre de gordura. Os números e os limites do estudo.
Ler artigo →Duas meta-análises de 2026: a creatina eleva discretamente a creatinina (+0,13 mg/dL), mas a filtração medida por marcador independente (Cr-EDTA) não cai. Creatinina mais alta não é sinônimo de lesão renal, é preciso entender o biomarcador.
Ler artigo →Randomização mendeliana (J Invest Dermatol 2026): maior expressão do gene GLP1R foi associada à calvície masculina (OR 1,07). Mas é genética, não usuários do remédio, associação, não causa. Entenda os mecanismos e o que fazer.
Ler artigo →Estudo do Salk (PNAS 2026): a estimulação prolongada do GLP-1 fosforila a proteína MED14 e libera uma resposta gênica ampla na célula beta. Mas isso não é alterar o DNA, e foi feito em células e camundongos, não em humanos.
Ler artigo →Um estudo finlandês associou mais café a menos gordura, mais músculo, melhor insulina e mudanças hormonais (a testosterona total sobe, mas a livre cai). Interessante, mas é observacional: associação, não causa.
Ler artigo →Estudos observacionais associam os inibidores da PDE5 a menos eventos cardiovasculares, menos mortes e até menos demência. Mas associação não é causalidade, e hoje não é indicação para prevenção. O que sabemos, com os números certos.
Ler artigo →ECG de uma derivação, alerta de fibrilação atrial e, agora, sinais de apneia do sono no pulso. Mas detectar não é diagnosticar, e um relógio normal não exclui doença. O que o Apple Heart Study mostrou e como usar bem.
Ler artigo →Idade cronológica não é idade funcional. Força de preensão, velocidade de marcha, teste de sentar e levantar e, sobretudo, aptidão cardiorrespiratória predizem independência e mortalidade. E, diferente da idade, isso você pode treinar.
Ler artigo →Esteatose no ultrassom raramente é só do fígado. Ela sinaliza disfunção metabólica e, na MASLD, a principal causa de morte é cardiovascular. O que avaliar, como estimar fibrose com o FIB-4 e por que isso pode regredir.
Ler artigo →O fechamento da série em seis pontos: benefício real e proporcional, dor muscular e efeito nocebo, memória sem aumento de demência, diabetes com risco pequeno, fígado seguro e o LDL ideal que depende do risco. Nem demonizar, nem banalizar: individualizar.
Ler artigo →Em pessoas com Alzheimer e fibrilação atrial, os anticoagulantes mais novos (NOACs) se associaram a um declínio cognitivo mais lento, além de menos AVC e morte. O mecanismo vascular e por que é associação, não causa.
Ler artigo →Um "infarto" sem artéria entupida: dor no peito e troponina alta após grande estresse, mais comum em mulheres na pós-menopausa. Os gatilhos, a conexão cérebro-coração e por que não banalizar.
Ler artigo →Um guia honesto dos efeitos das canetas, em quatro caixas: o que é verdade (gastrointestinal, vesícula), o mito que caiu (pancreatite, suicídio), o sinal raro (NAION) e o que é do emagrecimento (massa magra, cabelo).
Ler artigo →O LDL mede a carga; a ApoB conta as partículas que entopem a artéria. Quando os dois discordam, é a ApoB que manda, sobretudo em triglicerídeos altos, diabetes e síndrome metabólica.
Ler artigo →A aterosclerose é inflamação, não só colesterol. A PCR ultrassensível, o risco inflamatório residual (que superou o colesterol em 31 mil pessoas já em estatina) e como reduzir a inflamação para proteger o coração.
Ler artigo →A ApoE transporta colesterol pelo corpo e pelo cérebro. A ApoE4 aumenta o risco de Alzheimer, mas é fator de risco, não diagnóstico. O elo com o vaso e por que genética não é destino.
Ler artigo →As "canetas" ficaram famosas por emagrecer. Mas o estudo SELECT mostrou algo maior: em quem tem obesidade e doença cardiovascular, a semaglutida reduziu em 20% infarto, AVC e morte. E parte do benefício vai além do peso.
Ler artigo →Depois do escore de cálcio e da Lp(a), o olhar mais detalhado da mesma lógica de prevenção: em vez de estimar o risco, ela mostra a placa dentro da artéria. O que é, o que ainda está em estudo e os pontos de atenção.
Ler artigo →A maioria dos check-ups estima o risco por cálculo. O escore de cálcio olha dentro das artérias e mostra a placa que já está lá. O poder do zero e o que cada faixa significa.
Ler artigo →Um dos fatores de risco cardiovascular mais comuns e menos dosados. Definida pela genética, associada a infarto, AVC e estenose aórtica. Por que vale medir ao menos uma vez.
Ler artigo →Um dos medos mais comuns de quem vai começar uma caneta. O aviso vem de estudos em roedores; a contraindicação real é carcinoma medular ou MEN2, não nódulo, Hashimoto ou papilífero.
Ler artigo →A frase mais repetida no consultório tem um fundo de verdade, mas quase sempre é incompleta. O que o hipotireoidismo explica, o que não explica, e por que hormônio não é remédio para emagrecer.
Ler artigo →Uma cachorrinha visitou nossos pacientes. Emociona, mas ajuda? A literatura recente mostra menos ansiedade de paciente e família; e o que ainda não podemos afirmar sobre prognóstico.
Ler artigo →Os sintomas levantam a suspeita, mas nenhum isolado fecha o diagnóstico. Quais realmente sugerem, e o que a reposição de fato melhora.
Ler artigo →Um resultado isolado não confirma hipogonadismo. Como dosar certo, o papel da SHBG e da obesidade, e o que investigar antes de tratar.
Ler artigo →Antes de escolher gel ou injeção, pergunte por que ela caiu. Causas testiculares, centrais e reversíveis, obesidade, apneia, anabolizantes.
Ler artigo →Reposição restaura a fisiologia; uso estético a ultrapassa. Quem se beneficia, o que não prometer, fertilidade e por que anabolização não é reposição.
Ler artigo →Nem causa automática, nem próstata que não importa. O que o subestudo prostático do TRAVERSE mostrou, o papel do PSA e quando investigar antes de repor.
Ler artigo →A evidência randomizada mais forte sobre testosterona e coração, o que mostrou, o que não estudou e por que a segurança depende do contexto.
Ler artigo →As "canetas" e os SGLT2 fazem mais do que peso e glicose. Um estudo de 2026 mostra um benefício somado na pressão, e aponta para o cuidado cardiometabólico integrado, sem transformar remédio em promessa.
Ler artigo completo →Coma mais ou coma menos? Uma revisão de 2026 sobre proteína, aminoácidos, mTOR e FGF21, e por que a resposta muda com idade, músculo, metabolismo e objetivo. Sem transformar nutrientes em vilões ou heróis.
Ler artigo completo →Aterosclerose, diabetes e demência começam anos antes dos sintomas. Como história familiar, metabolismo, força e saúde do cérebro formam uma mesma estratégia de prevenção, sem virar coleção de exames e suplementos.
Ler artigo completo →Sono ruim e apneia impactam pressão, metabolismo, inflamação e cognição. O que as evidências mostram, e o que ainda não provam, sobre sono e saúde do cérebro. Sem prometer o que os estudos não demonstram.
Ler artigo completo →O mito não se sustenta. Grandes revisões não mostram aumento de demência, pelo contrário: risco menor (queda de 20%) e, em mulheres com Alzheimer e LDL alto, declínio mais lento. Não pare por conta própria.
Ler artigo completo →Sim, mas o corpo não é uma calculadora. Mesmas calorias "no papel": no ultraprocessado o grupo comeu +508 kcal/dia e ganhou peso. Qualidade do alimento, hormônios e as canetas mudam o quanto é fácil controlar a fome.
Ler artigo completo →O álcool não engorda simplesmente por ser calórico. Ele desliga temporariamente a queima de gordura (queda de 73% após ~2 doses) e trava a recuperação muscular. Dose, frequência e momento é que decidem o impacto.
Ler artigo completo →Em quem já tem cálcio suficiente, mais cálcio pouco muda, a falta de proteína é que atenua a resposta ao remédio. O foco vai do mineral para a estrutura.
Ler artigo →Para a maioria, o café moderado não é o vilão, e pode ser aliado. Quem tem fibrilação atrial talvez não precise cortar o cafezinho. Atenção aos energéticos e ao café não filtrado.
Ler artigo →Testosterona muito baixa não é inofensiva; mas o estudo não prova que repor previne câncer. A leitura crítica.
Ler artigo →Usar testosterona sem indicação documentada não é neutro para o coração. Por que, e o que muda na prática.
Ler artigo →Suplemento constrói músculo? Pode ajudar, mas o que decide é proteína suficiente e treino de força.
Ler artigo →O que a ciência sustenta sobre suplementar vitamina D para o coração, e onde o exagero começa.
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